FAQ - PERGUNTAS FREQUENTES


Nesta sessão, procuramos responder algumas das perguntas e dúvidas mais frequentes sobre questões tributárias, fiscais, direitos e deveres

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Pode aumentar, reduzir ou alterar a forma como a carga tributária é suportada. O impacto depende do setor, regime tributário, estrutura de custos, utilização de créditos, cadeia de fornecedores, tipo de cliente e formação de preços. Por isso, empresas precisam avaliar os efeitos da transição antes que as novas regras estejam integralmente implantadas.
Provavelmente será necessário ao menos realizar uma simulação. A nova sistemática de tributação sobre consumo altera a lógica de débitos, créditos e formação do custo tributário. Empresas que simplesmente mantiverem seus preços atuais sem analisar a nova estrutura poderão perder margem ou competitividade.
Não existe um regime tributário que seja sempre melhor. A escolha depende da atividade, faturamento, margem de lucro, estrutura de custos, folha de pagamento, perfil dos clientes, possibilidade de utilização de créditos e diversas outras variáveis. O enquadramento deve resultar de simulações e planejamento, e não apenas do faturamento da empresa. Podemos fazer esse estudo para você.
O empresário deveria receber mais do que guias para pagamento. Demonstrações contábeis compreensíveis, informações sobre resultados, alertas tributários, acompanhamento de mudanças legislativas e orientação sobre decisões relevantes são sinais de uma contabilidade efetivamente presente na gestão.
Depende da atividade e dos valores envolvidos. Em determinadas situações, atuar por meio de pessoa jurídica pode produzir significativa diferença tributária. Entretanto, a análise deve considerar não apenas impostos, mas também custos administrativos, obrigações acessórias, riscos, estrutura societária e objetivos patrimoniais. A atuação como pessoa física possibilita a utilização do livro caixa, documento legal que permite abater das receitas as despesas da atividade, logo em algumas atividades que utilizam o livro caixa o resultado financeiro poderá ser melhor.
Sim, é possível. Muitas empresas permanecem durante anos no mesmo regime tributário sem uma revisão técnica adequada. O correto é comparar periodicamente Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real, considerando faturamento, atividade, folha de pagamento, margem, créditos tributários, despesas e particularidades da operação. Uma diferença aparentemente pequena de enquadramento pode representar um valor relevante ao longo do ano.
Não necessariamente. Holding não deve ser criada exclusivamente com a promessa de economia tributária. Ela pode ser útil para organização patrimonial, sucessão, governança, centralização de participações societárias e, dependendo do caso, eficiência tributária. A vantagem precisa ser demonstrada tecnicamente antes da constituição.
Nem sempre, mas o crescimento é um bom momento para revisar a estrutura. Entrada de novos sócios, sucessão, proteção patrimonial, expansão, aquisição de outras empresas e criação de holdings podem exigir alterações societárias. Estruturas criadas quando o negócio era pequeno nem sempre continuam adequadas quando a empresa cresce.
Dependendo da situação, sim. Pagamentos indevidos ou realizados em valor superior ao devido podem permitir compensação ou restituição, observadas as regras aplicáveis e os prazos legais. Antes de qualquer pedido, porém, é indispensável revisar documentos fiscais, declarações, bases de cálculo e a legislação correspondente.
Sim. A preparação envolve revisão de cadastros, contratos, fornecedores, formação de preços, sistemas, classificação das operações, créditos tributários e impacto no fluxo de caixa. Esperar a mudança ocorrer para somente depois avaliar os efeitos pode gerar problemas operacionais e financeiros.
Planejamento tributário é a organização legítima das operações da empresa com o objetivo de reduzir, postergar ou evitar tributos dentro dos limites estabelecidos pela legislação. É diferente de sonegação. Um planejamento adequado deve possuir fundamento econômico, documentação, coerência operacional e respaldo jurídico e contábil.
A distribuição de lucros exige atenção à escrituração contábil, à apuração efetiva do resultado, ao regime tributário e à legislação vigente. Atualmente valores distribuídos acima de 50000 BRL ao mês são tributados em 10%. Além disso, retirar valores da empresa sem adequada fundamentação contábil pode provocar questionamentos fiscais. Por isso, pró-labore, distribuição de lucros e outras retiradas devem ser planejados conjuntamente, terem bom amparo documental e acompanhamento técnico.
Em muitos casos, sim, desde que respeitados os requisitos legais e os períodos permitidos para mudança. Antes da alteração, é recomendável fazer uma projeção tributária comparando os diferentes cenários. Mudar de regime sem estudo prévio pode, inclusive, aumentar a carga tributária. Vale ressaltar que existem maneiras estratégicas de fazer as alterações de regime tributário fora das Datas determinadas por lei.
Não. O pró-labore corresponde à remuneração do sócio pelo trabalho realizado na empresa e possui tratamento tributário próprio. A distribuição de lucros decorre do resultado econômico da sociedade. Confundir os dois conceitos ou simplesmente realizar retiradas sem documentação adequada pode gerar riscos tributários e previdenciários.
A contabilidade convencional concentra-se no correto registro das operações e no cumprimento das obrigações legais. A contabilidade estratégica utiliza essas informações para apoiar decisões. Analisa indicadores, resultados, estrutura societária, tributação, riscos e alternativas para melhorar a eficiência econômica da empresa.
Quando existem dúvidas sobre a carga tributária, crescimento da empresa, mudança de regime, reorganização societária, entrada ou saída de sócios, sucessão, aquisição ou venda de empresas, riscos fiscais ou simplesmente quando o empresário deseja saber se a estrutura atual ainda é a mais eficiente. Muitas vezes, uma análise preventiva custa muito menos do que corrigir uma decisão equivocada posteriormente.
7 opções, duas no simples nacional, três no Lucro Presumido, Lucro Real, Livro caixa. Se contar com CLT teríamos 8.
Não. Embora o Simples Nacional seja vantajoso em muitas situações, existem empresas que poderiam pagar menos tributos no Lucro Presumido ou até no Lucro Real. Além da alíquota nominal, é necessário avaliar faixa de faturamento, fator R, atividade exercida, folha de salários, perfil dos clientes e efeitos da nova tributação sobre consumo.
Depende da necessidade da empresa e intenção dos sócios. A contabilidade operacional é indispensável, mas empresas que desejam crescer ou possuem operações mais complexas normalmente precisam de uma atuação mais consultiva. A contabilidade pode fornecer informações sobre rentabilidade, estrutura financeira, distribuição de lucros, endividamento, tributação e decisões empresariais.
Na maioria dos casos, sim. Uma revisão pode identificar pagamentos indevidos, créditos não aproveitados, enquadramentos inadequados e também riscos fiscais que ainda não foram percebidos pela empresa. A revisão tributária não serve apenas para buscar créditos: ela também funciona como instrumento preventivo.
Preço é um componente importante, mas não deveria ser o único. O custo de uma orientação tributária inadequada, de uma obrigação entregue incorretamente ou de uma decisão empresarial tomada sem informações confiáveis pode superar muitas vezes a diferença de honorários contábeis. O ideal é avaliar estrutura, qualificação técnica, atendimento e capacidade consultiva.


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